Apoel 2 vezes, Académica, Belenenses e Marítimo. Um nojo, vezes cinco. Mete nojo o nosso futebol, mete ainda mais Jesualdo e as suas cretinices. Porque saneou, de repente, Belluschi?
Podia ter saído com dignidade no fim da época passada. Não houve coragem da SAD para dar o passo em frente.
Agora com o campeonato já com dono, e ainda nos inícios de Novembro, o resto da época vai ser para tentar uma qualificação para as competições europeias.
Para quê orçamentos milionários, com treinadores de 3ª apanha?
Alguém acabe com este sofrimento. Alguém cale o Burrualdo e as suas desculpas esfarrapadas. É preciso ficar em 5º para ele se ir? Pois, 5º lugar é o que desejo.
domingo, 8 de Novembro de 2009
sábado, 7 de Novembro de 2009
A frase do dia
É de Rui Oliveira e Costa, famoso por falhar sondagens políticas e por ser xuxa e ainda lagarto, no jornal Público de hoje. Um falhado, por isso mesmo, mas ainda assim num momento único e irrepetível conseguiu dizer algo acertado uma vez na vida!
"O S******g dominou no tempo em que o futebol era um desporto, o B*****a quando passou a ser profissional e o FC Porto quando passou a ser uma indústria"
E é verdade. Nos últimos 50 anos, o SCP venceu 8 campeonatos, nas palavras do tranquilamente ex-treinador. Os lampiões nos últimos 30 terão vencido outros tantos, pouco mais ou menos, não sei o número certo nem me apetece ir contabilizar. E o FC Porto nos últimos 25 venceu 18, sendo que vai em 4 consecutivos, neste momento onde a especialização e industrialização do futebol é uma realidade incontornável na Europa e apenas para alguns em Portugal. Aliás, veja-se que este ano o FC Porto vendeu vários dos seus "quadros" formados internamente, sem quase terem passado pelo plantel principal, por preços muito interessantes - a industrialização é isto mesmo, produzir em quantidade para venda, não fazemos produção de subsistência como os lagartos.
E é exactamente por isso que vencemos mais que os outros, por mais dor de cotovelo (ou de cornos, como queiram) que isso provoque. A realidade está aí nas insuspeitas palavras de um mouro adversário.
"O S******g dominou no tempo em que o futebol era um desporto, o B*****a quando passou a ser profissional e o FC Porto quando passou a ser uma indústria"
E é verdade. Nos últimos 50 anos, o SCP venceu 8 campeonatos, nas palavras do tranquilamente ex-treinador. Os lampiões nos últimos 30 terão vencido outros tantos, pouco mais ou menos, não sei o número certo nem me apetece ir contabilizar. E o FC Porto nos últimos 25 venceu 18, sendo que vai em 4 consecutivos, neste momento onde a especialização e industrialização do futebol é uma realidade incontornável na Europa e apenas para alguns em Portugal. Aliás, veja-se que este ano o FC Porto vendeu vários dos seus "quadros" formados internamente, sem quase terem passado pelo plantel principal, por preços muito interessantes - a industrialização é isto mesmo, produzir em quantidade para venda, não fazemos produção de subsistência como os lagartos.
E é exactamente por isso que vencemos mais que os outros, por mais dor de cotovelo (ou de cornos, como queiram) que isso provoque. A realidade está aí nas insuspeitas palavras de um mouro adversário.
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quarta-feira, 4 de Novembro de 2009
LCE Jornada 4: Pragmáticos
Mais uma vez o jogo foi fraco, atabalhoado e confuso, sem norte ou linha de rumo. São onze bons rapazes em campo (às vezes são só 10...) mas muitas vezes nem parece que treinam juntos todos os dias!
O caso só não é mais preocupante porque o ano passado isto já acontecia (Setembro e Outubro foram meses negros, muito fracos) mas depois a equipa encarreirou e após o jogo dos quartos de final da LCE contra o At. Madrid a até fizemos coisas muito boas.
Por isso ainda dou algum crédito e tempo ao treinador, fui até dos que defendi que o Jesulado de 2009 merecia continuar no FC Porto, já o que esteve lá até ao final de 2008 não... Basta atentar na quantidade de vezes que o treinador já assumiu esta época que entregamos ao adversário a primeira parte para se perceber a quantidade de vezes que ele falhou no plano táctico e escolha de equipas iniciais este ano para se perceber como o Jesualdo está em baixa forma.
Em todo o caso, apesar do dominio quase espurio de ontem, o pragmatismo e o regresso aos golos do Falcao permitiram o que interessava: ganhar e garantir o apuramento imediato para a fase seguinte. E permitiram tambem amealhar mais uns milhões de euros que tanta falta fazem sempre.
Ontem, mais que a exibição ou algum jogador em particular, destacou-se o resultado e o que ele permitiu atingir.
Agora resta fazer bons resultados nos dois jogos que faltam e relançar, internamente, a candidatura ao titulo ganhando todos os jogos até ao final deste ano para a liga portuguesa. A começar já no próximo fim de semana contra o Maritimo, o que não será nada fácil, na Madeira.
O caso só não é mais preocupante porque o ano passado isto já acontecia (Setembro e Outubro foram meses negros, muito fracos) mas depois a equipa encarreirou e após o jogo dos quartos de final da LCE contra o At. Madrid a até fizemos coisas muito boas.
Por isso ainda dou algum crédito e tempo ao treinador, fui até dos que defendi que o Jesulado de 2009 merecia continuar no FC Porto, já o que esteve lá até ao final de 2008 não... Basta atentar na quantidade de vezes que o treinador já assumiu esta época que entregamos ao adversário a primeira parte para se perceber a quantidade de vezes que ele falhou no plano táctico e escolha de equipas iniciais este ano para se perceber como o Jesualdo está em baixa forma.
Em todo o caso, apesar do dominio quase espurio de ontem, o pragmatismo e o regresso aos golos do Falcao permitiram o que interessava: ganhar e garantir o apuramento imediato para a fase seguinte. E permitiram tambem amealhar mais uns milhões de euros que tanta falta fazem sempre.
Ontem, mais que a exibição ou algum jogador em particular, destacou-se o resultado e o que ele permitiu atingir.
Agora resta fazer bons resultados nos dois jogos que faltam e relançar, internamente, a candidatura ao titulo ganhando todos os jogos até ao final deste ano para a liga portuguesa. A começar já no próximo fim de semana contra o Maritimo, o que não será nada fácil, na Madeira.
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terça-feira, 3 de Novembro de 2009
1 MÊS DEPOIS, TUDO IGUAL
No dia 28 de Setembro, após jogo com o Atlético de Madrid, escrevi o meu último post - "Fraquinho, à imagem e semelhança do treinador". Durante esse lapso de tempo, nada escrevi, mas também o Sr. Ferreira poupou-me o trabalho. O post manteve-se,dessa forma, sempre actual.
Para o que falta da presente época, resta-me aguardar que o Braga seja campeão, com o futuro treinador do Porto. Só não ganhando o presente campeonato, deixando essa glória para Domingos Paciência consigo vislumbrar uma luz ao fundo do túnel. 4 anos sem chama mostraram, por várias vezes e à saciedade que o modelo e as ideias do Sr. Ferreira estão obsoletas e não servem os nossos interesses. A SAD parece mais preocupada, por via da intragável, vergonhosa e censora rubrica apelidada "Labaredas" em calar as vozes discordantes, como Miguel Sousa Tavares, do que não lhes (nos) dar motivo para criticar. E assim, se Jesualdo conquistar o penta, teremos mais outra época de agonia pela frente, com futebol miserável e total falta de ideias para vencer confortavelmente equipas fracas que não conseguem fazer mais do que se colocarem à frente da sua baliza e rezar por um milagre. Em nenhuma equipa de topo mundial se vê uma insistência com foros patológicos num jogador tão abnegado como fraco - Mariano Gonzalez. Só pelo favor que nos fez em agredir um cipriota é que veremos pela primeira vez, a equipa começar com onze jogadores esta época. E o conservadorismo/teimosia do nosso treinador não fica infelizmente por aí. Só ele também não consegue entender o claro défice de forma de Raul Meireles. Seria pedir de mais ao Sr. Ferreira que tivesse que encontrar soluções que ofendessem o mais básico das suas convicções. E assim, vamos continuar a ver Mariano a extremo, a nº 10 e a defesa direito ou onde for preciso.
Eu não dou mais para esse peditória. Mais de 3 anos depois, com o Belenenses, fartei-me, finalmente. Enquanto o Sr. Ferreira nos brindar sistematicamente com as mesmas doses previsíveis de teimosia, leia-se, enquanto for treinador do Porto, não mais me deslocarei 100 km, prescindindo das brincadeiras com os meus filhos, para ser presenteado com exibições como as 3 últimas consecutivas.
Por isso mesmo, comecei por desejar que o Braga, ou melhor dito, Domingos seja campeão este ano. Prefiro abdicar dum campeonato, para ganhar o futuro. Nesse cenário, parece-me evidente que o Sr. Ferreira não vai continuar e que a nossa antiga glória vai ser a nossa futura glória. Chamem-me lampião, braguista ou o que quiserem. Deitem as vossas "labaredas à vontade". Agora, aguentar mais miséria, não!
PS - espero que as exibições desta época tenham pausa logo, contra essa equipa do 3º escalão europeu, oriunda dum País com 800 mil habitantes, de quem o Sr. Ferreira disse ter lugar na Liga dos Campões, após "brilhante" vitória há 15 dias. Hácoisas em que não gosto de ter razão.
Para o que falta da presente época, resta-me aguardar que o Braga seja campeão, com o futuro treinador do Porto. Só não ganhando o presente campeonato, deixando essa glória para Domingos Paciência consigo vislumbrar uma luz ao fundo do túnel. 4 anos sem chama mostraram, por várias vezes e à saciedade que o modelo e as ideias do Sr. Ferreira estão obsoletas e não servem os nossos interesses. A SAD parece mais preocupada, por via da intragável, vergonhosa e censora rubrica apelidada "Labaredas" em calar as vozes discordantes, como Miguel Sousa Tavares, do que não lhes (nos) dar motivo para criticar. E assim, se Jesualdo conquistar o penta, teremos mais outra época de agonia pela frente, com futebol miserável e total falta de ideias para vencer confortavelmente equipas fracas que não conseguem fazer mais do que se colocarem à frente da sua baliza e rezar por um milagre. Em nenhuma equipa de topo mundial se vê uma insistência com foros patológicos num jogador tão abnegado como fraco - Mariano Gonzalez. Só pelo favor que nos fez em agredir um cipriota é que veremos pela primeira vez, a equipa começar com onze jogadores esta época. E o conservadorismo/teimosia do nosso treinador não fica infelizmente por aí. Só ele também não consegue entender o claro défice de forma de Raul Meireles. Seria pedir de mais ao Sr. Ferreira que tivesse que encontrar soluções que ofendessem o mais básico das suas convicções. E assim, vamos continuar a ver Mariano a extremo, a nº 10 e a defesa direito ou onde for preciso.
Eu não dou mais para esse peditória. Mais de 3 anos depois, com o Belenenses, fartei-me, finalmente. Enquanto o Sr. Ferreira nos brindar sistematicamente com as mesmas doses previsíveis de teimosia, leia-se, enquanto for treinador do Porto, não mais me deslocarei 100 km, prescindindo das brincadeiras com os meus filhos, para ser presenteado com exibições como as 3 últimas consecutivas.
Por isso mesmo, comecei por desejar que o Braga, ou melhor dito, Domingos seja campeão este ano. Prefiro abdicar dum campeonato, para ganhar o futuro. Nesse cenário, parece-me evidente que o Sr. Ferreira não vai continuar e que a nossa antiga glória vai ser a nossa futura glória. Chamem-me lampião, braguista ou o que quiserem. Deitem as vossas "labaredas à vontade". Agora, aguentar mais miséria, não!
PS - espero que as exibições desta época tenham pausa logo, contra essa equipa do 3º escalão europeu, oriunda dum País com 800 mil habitantes, de quem o Sr. Ferreira disse ter lugar na Liga dos Campões, após "brilhante" vitória há 15 dias. Hácoisas em que não gosto de ter razão.
terça-feira, 27 de Outubro de 2009
Hulk na selecção canarinha
E o inevitável aconteceu: Dunga olhou novamente para o FC Porto e lá convocou mais um jogador brasileiro que viu, assim e à semelhança de outros como Anderson, Helton, Fabiano ou Diego, verem reconhecidos o trabalho no clube com a chamada à mais dificil selecção do mundo para se ser convocado. E só não há mais dois jogadores então do FC Porto nesse lote porque o treinador de então era o burro que sabemos e Deco e Pepe acabaram na selecção de Portugal...

É da mais elementar justiça e é mais uma ajuda para que Hulk se venha a tornar, com quase toda a certeza, no próximo recordista de transferências do FC Porto e do futebol português.
Ao nosso jogador, os parabéns e o desejo que esta oportunidade seja aproveitada ao máximo sem lhe subir à cabeça, tornando-o ainda um melhor e mais temido atacante.
É da mais elementar justiça e é mais uma ajuda para que Hulk se venha a tornar, com quase toda a certeza, no próximo recordista de transferências do FC Porto e do futebol português.
Ao nosso jogador, os parabéns e o desejo que esta oportunidade seja aproveitada ao máximo sem lhe subir à cabeça, tornando-o ainda um melhor e mais temido atacante.
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sexta-feira, 23 de Outubro de 2009
LCE Jornada 3: Fraquinho, mas vitorioso
Não foi o FC Porto que queriamos e esperavamos, imperial e dominador. Mas foi um FC Porto q.b. que chegou, mesmo com uma desatenção defensiva que começa a ser imagem de marca, para ganhar o jogo e amealhar os pontos e os contos (ou os Euros) que quase nos garantem a passagem aos oitavos de final pela 4ª vez consecutiva.
De realçar a nulidade do jogo do Mariano, culminando com uma estupida expulsão. O lado positivo é que contra estes cipriotas macios não foi trágico e poupa-nos de o ver jogar uns 2 jogos, com sorte.
Realço ainda o jogo do Hulk, que se estreou a marcar na LCE e do Falcao que mesmo tendo falhado aquele golo de forma escandalosa, foi para mim o melhor em campo, pelo que lutou por bolas, pelos espaços que abriu ao Hulk e ao Cebola, pelo passe do primeiro golo. Merecia tambem ele um.
O Cebola está a melhorar e em boa altura, mas ainda longe de fazer chorar os adversários como na época passada.
O Meireles está mal fisicamente e é penoso o treinador ver isso e nada fazer para o proteger, substituindo-o quando necessário - ainda mais quando o Guarin até tem entrado bem na equipa e pode ir fazendo uns minutos nesse lugar. Já basta o aproveitamento até ao tutano que a Selecção faz dele...
O Bruno Alves está muito abaixo do que fez o ano passado, tem-nos valido um Rolando cada vez melhor. E o Fernando, mesmo não me enchendo as medidas ainda, está cada vez mais "jogador".
Na jornada 4 exige-se nova vitória que deverá selar a passagem da fase de grupos, desta vez no Chipre.
Agora, domingo, um exame sempre complicado frente à Académica, já a cheirar a clássico contra os lagartos...
De realçar a nulidade do jogo do Mariano, culminando com uma estupida expulsão. O lado positivo é que contra estes cipriotas macios não foi trágico e poupa-nos de o ver jogar uns 2 jogos, com sorte.
Realço ainda o jogo do Hulk, que se estreou a marcar na LCE e do Falcao que mesmo tendo falhado aquele golo de forma escandalosa, foi para mim o melhor em campo, pelo que lutou por bolas, pelos espaços que abriu ao Hulk e ao Cebola, pelo passe do primeiro golo. Merecia tambem ele um.
O Cebola está a melhorar e em boa altura, mas ainda longe de fazer chorar os adversários como na época passada.
O Meireles está mal fisicamente e é penoso o treinador ver isso e nada fazer para o proteger, substituindo-o quando necessário - ainda mais quando o Guarin até tem entrado bem na equipa e pode ir fazendo uns minutos nesse lugar. Já basta o aproveitamento até ao tutano que a Selecção faz dele...
O Bruno Alves está muito abaixo do que fez o ano passado, tem-nos valido um Rolando cada vez melhor. E o Fernando, mesmo não me enchendo as medidas ainda, está cada vez mais "jogador".
Na jornada 4 exige-se nova vitória que deverá selar a passagem da fase de grupos, desta vez no Chipre.
Agora, domingo, um exame sempre complicado frente à Académica, já a cheirar a clássico contra os lagartos...
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quarta-feira, 21 de Outubro de 2009
1.000.000
Hoje à noite o Dragão celebrará, 5 anos e 11 meses depois da inauguração, o espectador 1.000.000 na Liga dos Campeões. 25 jogos, média de 40.000 espectadores, cerca de 80% da lotação do estádio.
A juntar aos números da Liga nacional, onde ainda no ano passado foi o estádio com mais assistentes durante a época - sim, com mais do que o estádio das velas... - faz do nosso clube o maior nacional, pelo menos no que toca aos adeptos sem ser de sofá ou de inquéritos, isto é, aos adeptos de estádio.
Do jogo de hoje apenas se espera que o FC Porto, respeitando o adversário, jogue o seu jogo e transmita em campo e no resultado final a superioridade que no papel nos é atribuida: maior orçamento, maior experiência, maior qualidade no plantel. Porque Rubin Kazim's há muitos por aí à espreita e estes cipriotas já foram a Madrid empatar e venderam cara a derrota frente ao Chelsea... Cautela e caldos de galinha nunca fizeram mal a ninguém...
A juntar aos números da Liga nacional, onde ainda no ano passado foi o estádio com mais assistentes durante a época - sim, com mais do que o estádio das velas... - faz do nosso clube o maior nacional, pelo menos no que toca aos adeptos sem ser de sofá ou de inquéritos, isto é, aos adeptos de estádio.
Do jogo de hoje apenas se espera que o FC Porto, respeitando o adversário, jogue o seu jogo e transmita em campo e no resultado final a superioridade que no papel nos é atribuida: maior orçamento, maior experiência, maior qualidade no plantel. Porque Rubin Kazim's há muitos por aí à espreita e estes cipriotas já foram a Madrid empatar e venderam cara a derrota frente ao Chelsea... Cautela e caldos de galinha nunca fizeram mal a ninguém...
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segunda-feira, 28 de Setembro de 2009
FRACO, À IMAGEM E SEMELHANÇA DO TREINADOR
Sem qualquer brilhantismo, conseguiu-se no sábado o mais importante, que foram os 3 pontos. De futebol, pouco se viu, apesar de 5 minutos prometedores.
Perante uma equipa fraquinha, que vinha desde o início da semana a preparar-se para uma derrota, atirando sem dó nem piedade no árbitro ainda antes do jogo começar, o Sr. Ferreira voltou a (não) surpreender. Agradecendo a todos os Deuses as lesões de Varela e Cebola, pôde, enfim, tornar a meter o seu menino fetiche, tornando o onze do Porto num dez contra 12. E o pior titular da história do Clube, qual Usain Bolt, não se fez rogado. Tal como o Jamaicano, quando toda a gente pensa que já não é mais humanamente possível bater o seu próprio record, espantou de novo a nação portista, com 70m dos mais espectaculares disparates e as mais anedóticas asneiras do seu repertório, numa sucessão infindável. De fazer os nervos em franja a mais de 40 mil e de fazer babar o seu mentor.
De resto, o Sr. Ferreira, tal como é o único a vislumbrar enormes qualidades em Mariano, é o único que não vê o miserável estado de forma de Raul Meireles, deixando-o em campo mais de 80 m. E assim, em vez de 11, jogávamos com 9 jogadores. Só assim se consegue compreender como, depois da expulsão de Polga, os lagartos tomaram conta do jogo, enquanto o Porto, vergonhosamente, recuava no terreno.
Resultado - vitória sem qualquer sabor. E digo isto sem ponta de exagero. Quem está no estádio a aguentar com 70m de Mariano Gonzalez e a ver Raul Meireles a arrastar-se, perante a passividade do Sr. Fereira, pouco gozo retira dum clássico. Só mesmo pela vitória, pelo (mais um) vôo de Falcão e pelo grande jogo de Fucile.
E para 4ª feira, mais Mariano e mais uma invenção para o lugar de Fernando. E se ficar só por aí, deveremos ficar agradecidos.
Perante uma equipa fraquinha, que vinha desde o início da semana a preparar-se para uma derrota, atirando sem dó nem piedade no árbitro ainda antes do jogo começar, o Sr. Ferreira voltou a (não) surpreender. Agradecendo a todos os Deuses as lesões de Varela e Cebola, pôde, enfim, tornar a meter o seu menino fetiche, tornando o onze do Porto num dez contra 12. E o pior titular da história do Clube, qual Usain Bolt, não se fez rogado. Tal como o Jamaicano, quando toda a gente pensa que já não é mais humanamente possível bater o seu próprio record, espantou de novo a nação portista, com 70m dos mais espectaculares disparates e as mais anedóticas asneiras do seu repertório, numa sucessão infindável. De fazer os nervos em franja a mais de 40 mil e de fazer babar o seu mentor.
De resto, o Sr. Ferreira, tal como é o único a vislumbrar enormes qualidades em Mariano, é o único que não vê o miserável estado de forma de Raul Meireles, deixando-o em campo mais de 80 m. E assim, em vez de 11, jogávamos com 9 jogadores. Só assim se consegue compreender como, depois da expulsão de Polga, os lagartos tomaram conta do jogo, enquanto o Porto, vergonhosamente, recuava no terreno.
Resultado - vitória sem qualquer sabor. E digo isto sem ponta de exagero. Quem está no estádio a aguentar com 70m de Mariano Gonzalez e a ver Raul Meireles a arrastar-se, perante a passividade do Sr. Fereira, pouco gozo retira dum clássico. Só mesmo pela vitória, pelo (mais um) vôo de Falcão e pelo grande jogo de Fucile.
E para 4ª feira, mais Mariano e mais uma invenção para o lugar de Fernando. E se ficar só por aí, deveremos ficar agradecidos.
segunda-feira, 21 de Setembro de 2009
Jornada 5 - nova derrota!
E não é do adversário, é nossa.
Mais uma vez, estamos a demonstrar fragilidades onde não devemos: nas rotinas de jogo e na mentalidade com que abordamos os jogos.
E isso acontece a partir do banco. Porque a saída do Bellushi e a entrada do Guarin tem muito a ver com a questão da equipa carburar menos e é o elo de ligação entre as derrotas de Stanford Bridge e Braga. Bellushi é essencial para programar e pensar o jogo ofensivo, para o último passe, para dar a criatividade que o meio campo sem ele não tem. Guarin pode ter sido importante para dar musculo à equipa, mas muito músculo e pouco cerebro nem sempre resulta.
Como bem diz hoje o comentário do'O Jogo, perdemos em Braga por falta de comparência, por ausência do jogo. E isso é falta de atitude, é falta de vontade. E isso também é do banco e da bancada (direcção) que tem de vir.
A equipa a espaços já demonstrou que está tão bem como o ano passado, talvez até melhor nalguns pormenores. Não pode é estar intermitente nem alhear-se totalmente do jogo. E o treinador não pode dar baldas destas. Sob pena de hipotecar a época. Temos fortes adversários este ano, a saber e por ordem: árbitros, liga, comentadores/imprensa, benfas e Braga. Temos de ser mais fortes que nós próprios, superar-nos, para levar para os louros no final da época.
Jogos como o de sábado é que não. Este fim de semana, contra o Sporting (que desde a celebre proclamação do Mourinho, tem pago as "facturas") é o ideal para inverter tendências. Ganhar, desde logo. Jogando com muita atitude e personalidade. E com os melhores, claro está.
De notar que há jogadores que estão a precisar de trabalho especifico, fisico e psicológico. Nomeadamente o Bruno Alves e o Meireles, que ainda não estão a 100% nestes dois capitulos e que, sem isso, a equipa nunca atingirá valores superiores. São duas peças fundamentais na engrenagem e sem eles perfeitamente oleados, o motor "gripa".
Assim, para sábado, eu procedia às seguintes alterações: Beto na baliza, Bellushi no meio campo ofensivo e o Cebola no ataque, retirando o Helton, o Guarin e o Hulk. Eu sei, o que vão dizer, mas acho que o Beto merece a oportunidade e estes jogos são optimos para arrancar estas oportunidades, o meio campo é de uma evidência total e o Hulk seria para preservar o jogador e lançar durante o encontro, até porque a boa forma do Varela permite fazer rotação entre o Varela, o Hulk e o Cebola.
Mais uma vez, estamos a demonstrar fragilidades onde não devemos: nas rotinas de jogo e na mentalidade com que abordamos os jogos.
E isso acontece a partir do banco. Porque a saída do Bellushi e a entrada do Guarin tem muito a ver com a questão da equipa carburar menos e é o elo de ligação entre as derrotas de Stanford Bridge e Braga. Bellushi é essencial para programar e pensar o jogo ofensivo, para o último passe, para dar a criatividade que o meio campo sem ele não tem. Guarin pode ter sido importante para dar musculo à equipa, mas muito músculo e pouco cerebro nem sempre resulta.
Como bem diz hoje o comentário do'O Jogo, perdemos em Braga por falta de comparência, por ausência do jogo. E isso é falta de atitude, é falta de vontade. E isso também é do banco e da bancada (direcção) que tem de vir.
A equipa a espaços já demonstrou que está tão bem como o ano passado, talvez até melhor nalguns pormenores. Não pode é estar intermitente nem alhear-se totalmente do jogo. E o treinador não pode dar baldas destas. Sob pena de hipotecar a época. Temos fortes adversários este ano, a saber e por ordem: árbitros, liga, comentadores/imprensa, benfas e Braga. Temos de ser mais fortes que nós próprios, superar-nos, para levar para os louros no final da época.
Jogos como o de sábado é que não. Este fim de semana, contra o Sporting (que desde a celebre proclamação do Mourinho, tem pago as "facturas") é o ideal para inverter tendências. Ganhar, desde logo. Jogando com muita atitude e personalidade. E com os melhores, claro está.
De notar que há jogadores que estão a precisar de trabalho especifico, fisico e psicológico. Nomeadamente o Bruno Alves e o Meireles, que ainda não estão a 100% nestes dois capitulos e que, sem isso, a equipa nunca atingirá valores superiores. São duas peças fundamentais na engrenagem e sem eles perfeitamente oleados, o motor "gripa".
Assim, para sábado, eu procedia às seguintes alterações: Beto na baliza, Bellushi no meio campo ofensivo e o Cebola no ataque, retirando o Helton, o Guarin e o Hulk. Eu sei, o que vão dizer, mas acho que o Beto merece a oportunidade e estes jogos são optimos para arrancar estas oportunidades, o meio campo é de uma evidência total e o Hulk seria para preservar o jogador e lançar durante o encontro, até porque a boa forma do Varela permite fazer rotação entre o Varela, o Hulk e o Cebola.
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